domingo, 27 de julho de 2008

Mais um híbrido!

Essa planta é uma incógnita. Uma vez a identifiquei como Graptoveria cv. "Debbi", mas nunca acreditei muito nessa identificação...
As folhas tem um aspecto meio manchado mesmo, que é muito interessante.
Fica muito grande, chegando a trinta centímetros de diâmetro.
A propagação é muito fácil, por estacas caulinares.
Aceita qualquer solo, mas fica bonita em solo rico. A planta da foto acima está plantada num jardim. A planta abaixo está num vaso:

Quando a planta fica velha, o caule vira um "tronco" miniatura. A partir daí, a planta começa a ficar mais feia. Vale a pena cortar as rosetas e replantá-las. Do tronco restante nascem novas rosetas. Veja a foto:

sábado, 26 de julho de 2008

O jardim de suculentas onde trabalho


Trabalho num parque em Santo André - SP chamado Parque Escola, onde há um jardim de suculentas e cactos muito interessante.
Há algum tempo eu e meu grande amigo André Benedito trabalhamos num site que contivesse informações sobre esse jardim.
Finalmente ele está no ar!

Clique aqui para visitá-lo.

Espero que gostem e comentem, mandem criticas, correções, etc.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Graptoveria cv. "Gilva"


Mais um híbrido da família Crassulaceae, Graptoveria cv. "Gilva" foi uma das minhas últimas aquisições. Foi identificada pela Sueli, grande amiga virtual (por enquanto!) da comunidade Cactos e Suculentas para Todos, do Orkut.
Assim que comprei essa planta, ela foi atacada por cochonilhas e eu quase a perdi. Tive que fazer novas estacas e replantá-las. Por sorte, ela pega muito fácil, e mesmo das folhas que caíram nasceram novas plantas.Nunca deu flor aqui em casa... Vamos aguardar mais um pouco.
Repare como, mesmo cultivada no sol, ela fica "comprida":

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Graptosedum "Vera Higgins"

Entre as plantas suculentas, é relativamente comum encontrar híbridos, que são cruzamentos feitos entre espécies diferentes. Nesse caso, o nome da planta é normalmente dado pelo criador do híbrido. Quando o híbrido é feito cruzando-se plantas de gênero diferente, costuma-se combinar o nome das duas plantas, como se fosse um novo gênero. Então, o cruzamento entre um Graptopetalum e um Sedum recebe o nome de "Graptosedum", seguido do nome do cultivar.

Essa planta é o Graptosedum "Vera Higgins". De cultivo fácil, é robusta e pode ser plantada em vasos ou jardins.
A propagação pode ser feita por estacas caulinares ou foliares. Pega muito fácil e pode ser plantada direto no local definitivo.
A planta cultivada em sol pleno fica com uma coloração rosada como a da foto acima. A planta cultivada a meia sombra fica mais esverdeada como a da foto abaixo:Veja a planta florida e um detalhe da flor:

sábado, 5 de julho de 2008

Graptopetalum paraguayensis

Uma planta que faz muito sucesso no Brasil, Graptopetalum paraguayensis pertence à família Crassulaceae e é originaria do México.
Vai bem a meia sombra, mas a aparência compacta da primeira foto só aparece se a planta for cultivada a pleno sol.
O nome científico do gênero "Graptopetalum" - pétalas inscritas - não podia ser mais preciso.
Note as pétalas com pequenas marcas que parecem letras:
Pega muito fácil por estacas foliares e caulinares. Veja a foto:

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Kalanchoe beharensis

Kalanchoe beharensis, da família Crassulaceae, é uma das plantas mais populares entre as suculentas. É originária de Madagascar.
Aceita bem qualquer tipo de solo, mas o prefere rico. Vai bem tanto em vasos como em jardins. Prefere locais bem iluminados, de preferência a pleno sol.
Essa foto do início do post foi tirada em uma casa na cidade de Santo André, e essa planta é a maior que já vi, com uns três metros de caule!

Abaixo uma planta do tamanho em que é comumente comercializada.

A mesma planta florida, alguns meses depois. Note que a inflorescência é bem maior que a própria planta:
Detalhe da flor:
Aqui, uma folha que caiu da planta e desenvolveu inúmeros brotos, sem cuidado algum:
A aparência da planta cultivada em sol pleno num jardim de cactos. Note como ela fica compacta: