domingo, 13 de setembro de 2009

Pachyphytum compactum - os frutos

Depois da floração vieram os frutos e sementes.
Note os frutinhos ficando "em pé":

Os frutinhos maduros:

E as sementes dentro do fruto aberto:

domingo, 26 de julho de 2009

Pachyphytum cf. compactum

Não tenho certeza do nome dessa planta, mas acredito que seja Pachyphytum compactum. Pertencente à família Crassulaceae, não requer muitos cuidados. Gosta de sol pleno e solo bem drenado. A minha fica direto na chuva, sol, vento e vai muito bem. Esse ano, floriu pela segunda vez. Lindas flores. Veja:

sábado, 4 de julho de 2009

Aloe juvena ou Aloe squarrosa?

Olha quem floriu!!!
Depois de uns 4 anos, finalmente flores:


Essa planta já foi identificada com esses dois nomes: Aloe juvena e Aloe squarrosa. Honestamente, estou tendendo para a segunda, mas não tenho certeza. Alguém sabe (com certeza)?

Independente do nome, ela gosta de sol pleno por, pelo menos, 4 horas por dia, solo bem drenado e não é nada exigente.
A propagação pode ser feita por estacas caulinares ou sementes (mas essa última eu nunca fiz).
Vamos aguardar os frutos!

domingo, 7 de junho de 2009

Fotos de Agaves

Nunca tive muitas agaves, mas tirei fotos delas! Coloquei todas as fotos que tirei nesse álbum do Picasa. Tem foto boa, ruim, grande, pequena, repetida... Visitem, critiquem, corrijam, identifiquem, enfim...

Callisia repens


Callisia repens é uma plantinha muito interessante. Pertence à família Commelinaceae e é realmente resistente. Já cultivei essa planta em vasos, jardins, terrários, com pouco luz, em sol pleno, solo pobre, na calçada, enfim, uma verdadeira guerreira! Só evite molhá-la demais.
Para reproduzi-la, basta pegar um pedaço da planta e enfiá-lo na terra. Em jardins, forma verdadeiros tapetes verde avermelhados. Em jardins, acaba ficando pendente e muito bonita.


Por outro lado, nunca vi a flores. Mas ainda não desisti...

domingo, 24 de maio de 2009

Agave vilmoriniana

Agave vilmoriniana é, sem dúvida, uma das plantas mais exuberantes da família Agavaceae. Seu grande porte, suas folhas recurvadas e sua coloração azulada fazem com que ela se destaque em qualquer jardim. Além disso, ela só tem espinhos na ponta das folhas, o que torna bem mais fácil lidar com a planta.
Aceita bem qualquer tipo de solo, sol pleno a meia-sombra e, no jardim em que trabalho, nunca foi regada. Só a água da chuva é suficiente (estou em Santo André, na grande São Paulo, que tem um clima úmido...). Replantamos uma planta adulta e ela nada sentiu, desenvolvendo-se normalmente.
Por outro lado, as plantas que acompanho não deram brotos laterais, nem rizoma, nem flores, nem bulbilhos, nem nada. Então, nunca vi sua reprodução.
Abaixo, uma foto tirada num dia nublado, o que ressaltou a coloração azulada.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Sedum allantoides

Da família Crassulaceae, Sedum allantoides não é muito comum. Parece-se muito com Sedum pachyphyllum, mas as folhas são viradas para cima.
O crescimento é lento, mesmo com solo rico. Por falar nisso, é muito importante que o solo seja bem drenado, mas com bastante matéria orgânica. O substrato em que minhas plantas se desenvolveram melhor foi areia misturada com terra vegetal, meio a meio.
Quanto à iluminação, mantenho as minhas em sol pleno. Em meia sombra ela vai bem, mas fica um pouco estiolada e não desenvolve essa tonalidade azulada.
Ainda não floriu, em três anos de cultivo.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Euphorbia milli


Euphorbia milli é muito cultivada no Brasil. Pertence à família Euphorbiaceae.
Muito rústica, essa planta suporta as piores condições possíveis. Já a vi plantada em floreiras sobre muros, com pouco solo, sol pleno e nenhum cuidado, e ainda assim a planta está sempre florida.
Porém, se for plantada em solo bem drenado, rico em matéria orgânica, e receber adubação freqüente, a planta fica realmente exuberante.
A propagação pode ser feita por estacas caulinares plantadas em local definitivo e, em minha experiência, sempre dá certo.
Há três variedades principais: a vermelha, a amarela e a vermelha grande, muito usada em jardins e calçadas.
Em casa, tenho a amarela, apesar de, de vez em quando, aparecer uma flor vermelha no meio.
Até flores de duas cores aparecem de vez em quando.
Os frutos são pequenos e sempre aparecem, mas eu nunca plantei as sementes. Veja as "bolinhas" vermelhas no meio das flores:

quinta-feira, 5 de março de 2009

Crassula muscosa

Da famíla Crassulaceae, Crassula muscosa é uma planta interessante e muito resistente. Praticamente não requer cuidado algum, desde que plantada em solo bem drenado e em sol pleno. As vezes precisa ser replantada simplesmente porque fica muito maior que o vaso e passa a invadir vasos vizinhos.
As flores são bem pequenas e sem atrativos especiais, mas seu odor é muito forte e lambra o mel.
A propagação pode ser feita por estacas caulinares, plantadas em local definitivo.

Existem duas variedades bem conhecidas:
A variegada...
... e a monstruosa:

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Cotyledon tomentosa florido

Essa demorou! Meu Cotyledon tomentosa foi plantado em 2005 e só agora floriu. Veja as fotos da primeira flor que abriu:

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Euphorbia lactea var. cristata

Uma das plantas mais bonitas e impressionantes da família Euphorbiaceae é Euphorbia lactea var. cristata.
É uma variedade que cresce se enrolando sobre si mesma, adquirindo uma forma que lembra um cérebro. Veja na foto abaixo a "linha" de crescimento (borda vermelha), com folhinhas jovens:
O cultivo é fácil e requer poucos cuidados. Solo bem drenado, adubações esporádicas e sol pleno são as únicas exigências desa planta. As regas devem ser feitas só quando o solo estiver completamente seco e a planta resiste muito bem à chuva.
Num vaso a planta pode demorar a se desenvolver, mas num jardim (foto lá de cima) ela atinge grandes proporções.
A propagação pode ser feita por estacas caulinares. Corte um pedaço do caule, espere cicatrizar e plante direto em local definitivo.
Eu nunca vi uma planta florida.
Na foto abaixo, a planta "regrediu" para sua forma original. No parte de baixo ela é cristada e na parte de cima é normal.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Mais uma flor: Senecio jacobsenii

Depois de mais de um ano de cultivo, finalmente Senecio jacobsenii deu flores. E que surpresa! Ao contrário das flores brancas de muitos senécios, essa tem uma cor bem interessante.

Lembre que isso que você está vendo é uma inflorescência, ou seja, várias flores reunídas. É assim com todas as plantas dessa família, que eram chamadas de "compostas" por isso.

Aqui, as primeiras flores da inflorescência se abrindo, mostrando os estames, que são os órgãos reprodutores masculinos (que produzem o pólen):

Aqui, com a inflorescência completamente aberta, as flores mostram os órgãos reprodutores femininos: